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13/10/26

PESCADORES TÊM PRAZO AMPLIADO PARA SOLICITAR O SEGURO-DEFESO

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) ampliou o prazo para os pescadores e pescadoras artesanais solicitarem o Seguro-Defeso. Com a nova regra, publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira (8), os requerimentos poderão ser feitos entre 30 dias antes e 90 dias após o início do período de defeso. Segue abaixo um resumo:


13/10/26

BENEFÍCIO LEI MARIA DA PENHA, DO INSS, GARANTE RENDA À MULHER AFASTADA DO TRABALHO POR SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

O Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assinaram a Portaria Conjunta nº 48, publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (9), que regulamenta a concessão e o pagamento do “Benefício de Afastamento Protetivo - Lei Maria da Penha”, destinado às seguradas do INSS afastadas do trabalho em razão de medida protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha. Segue abaixo um resumo:


09/10/26

9ª CÂMARA DECIDE QUE BANCO DE HORAS PREVISTO EM ACORDO COLETIVO AFASTA INDENIZAÇÃO POR SUPRESSÃO DE HORAS EXTRAS.

Em decisão unânime, a 9ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região concluiu que um empregado do ramo petroleiro não faz jus à indenização por supressão de horas extras prevista na Súmula 291 do Tribunal Superior do Trabalho. Para o colegiado, a implantação de banco de horas por meio de acordo coletivo alterou apenas a sistemática de compensação e quitação das horas extraordinárias, sem caracterizar a supressão do trabalho suplementar. Segue abaixo um resumo:


09/10/26

MANTIDA DISPENSA DE MOTORISTA DE CARRETA PRESO EM FLAGRANTE SOB EFEITO DE ÁLCOOL.

A Primeira Turma do TST rejeitou o exame do recurso de um motorista de caminhão que pretendia reverter sua dispensa por justa causa por embriaguez em serviço. O motorista, que não sofre da doença crônica de alcoolismo, foi preso em flagrante ao conduzir a carreta da empresa com alterações psicomotoras causadas pelo álcool. A falta foi considerada gravíssima e justificadora da penalidade. Segue abaixo um resumo:


09/10/26

FRAUDE EM CONTRATOS DE APRENDIZAGEM E DE ESTÁGIO GARANTEM VÍNCULO DE EMPREGO A TRABALHADORA

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve decisão que declarou nulos os contratos de aprendizagem e de estágio firmados pela Tobras Distribuidora de Combustíveis Ltda., de Duque de Caxias (RJ), com uma trabalhadora. O colegiado concluiu que nenhuma das modalidades seguiu a lei e reconheceu um único vínculo de emprego durante todo o período da contratação. Segue abaixo um resumo:


08/10/26

MOTORISTA QUE FAZIA MANUTENÇÃO DE ÔNIBUS RECEBERÁ ADICIONAL POR ACÚMULO DE FUNÇÕES

Os julgadores da Décima Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG) reconheceram o direito de um motorista ao pagamento de adicional por acúmulo de funções. Ficou comprovado que, além de dirigir, ele realizava habitualmente serviços de manutenção nos ônibus da empregadora, uma concessionária pública de serviços de transporte coletivo de passageiros no Município de Itanhandu/MG. Por unanimidade, os julgadores fixaram o acréscimo salarial em 10% sobre a remuneração mensal do trabalhador. Segue abaixo um resumo:


08/10/26

JUSTIÇA MANTÉM JUSTA CAUSA DE TRABALHADOR QUE ATUOU COMO PASTOR DURANTE ATESTADO

Decisão proferida na 2ª Vara do Trabalho de São Caetano do Sul-SP manteve justa causa de operador de produção que utilizou atestados médicos para justificar ausências ao trabalho ao mesmo tempo em que se dedicava a atividades extralaborais incompatíveis com o estado de “repouso” prescrito pelos médicos. Imagens retiradas da rede social de uma igreja, e juntadas aos autos pela empresa automotiva, mostram o trabalhador atuando como pastor nos mesmos dias em que estava afastado. Segue abaixo um resumo:


07/10/26

ACÚMULO DE FUNÇÃO, NO CASO DE OPERAÇÃO EVENTUAL DE EMPILHADEIRA POR MOTORISTA NÃO CARACTERIZA ESSE ACÚMULO, DECIDE 2ª CÂMARA

A 2ª Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região manteve sentença que indeferiu o pedido de diferenças salariais por acúmulo de função de um motorista que operava empilhadeira para carregar o próprio caminhão. A decisão concluiu que a atividade integrava as atribuições compatíveis com o cargo e, por isso, não gerava direito ao pagamento de adicional. Segue abaixo um resumo: